Imprensa

Ao longo dos anos, evitamos ao máximo a exposição em grandes veículos de imprensa, mas em três casos avaliei a necessidade de falar para um público fora da bolha armamentista, e acredito que tenha sido duas excelentes decisões.

A primeira delas foi em 2014, onde conversei rapidamente com um repórter do Jornal O Liberal de veiculação na região onde resido. Posteriormente, em 2018, auxiliei o mesmo jornal a identificar uma arma de fogo apreendida na cidade vizinha, e, por fim, em 2021, tive uma conversa longa sobre redes sociais e o ativismo pró-armas no Brasil com a National Geographic.

Espero contribuir com a imprensa sempre que possível, desde que ela contribua positivamente para um debate saudável e sem distorções.

2014

Porte é ‘um direito’, afirma especialista

Pesquisador no assunto, o americanense Caio Lausi, 26, é um dos entusiastas da revogação do Estatuto do Desarmamento de 2003 e da flexibilização do porte de arma.

“Defendo totalmente [a facilitação ao porte]. Acho que é um direito de defesa. Hoje sem o porte, a gente fica a mercê de uma situação de risco, que não tem como defender a própria vida ou de um terceiro”, argumenta.

Há cinco anos, ele mantém o blog www.armasdefogo.org na internet e também uma página no Facebook, que conta com mais de 314 mil seguidores.
“Num assalto, se você tem a oportunidade de reagir, eu não vejo o motivo de não reagir. Ficar a mercê da violência é muito ruim”, ressaltou Lausi. E afirma que o desarmamento favorece bandidos.

“Eles sabem que a probabilidade de você ter uma arma é mínima. Então, vão aproveitar”, argumentou. Na opinião dele, a criminalidade seria reduzida se mais pessoas estivessem armadas. “O bandido, sabendo que a probabilidade de reação é muito maior, acho que pensa dez vezes antes de fazer alguma coisa”, comentou.

Matéria completa pode ser acessada pelo link: https://bit.ly/3jSG3vN

2018

Homem é preso em Sumaré com arma turca

A Polícia Militar localizou e prendeu um homem que estava com uma arma de fabricação turca. A pistola, do modelo B6C 9 milímetros, é raramente vista no Brasil, segundo o diretor do Instituto Defesa e Editor do portal Armas de Fogo, Caio Lausi.

Matéria completa pode ser acessada pelo link: https://bit.ly/3s3yyEb

2021

Redes sociais e o ativismo pró-armas

O administrador jurídico Caio Lausi, 33, começou a acessar a internet ainda na adolescência. As redes sociais, com a baixa qualidade do sinal discado, ainda não haviam mudado para sempre nossa forma de viver, mas o embrião da revolução digital tomava forma. No mar de conteúdos gratuitos disponíveis, um chamou sua atenção. “A internet teve um papel fundamental no meu interesse por armas, não partiu da minha família. Tive a possibilidade de consumir informação estrangeira, dos Estados Unidos, por exemplo, que é a meca dos armamentistas”, disse Lausi em entrevista à reportagem.

Lausi tocava um site com seu próprio nome, onde escrevia sobre assuntos variados. “Tinha de tudo um pouco, até filmes japoneses, esses Jaspions da vida.” Um amigo, sabendo que o jovem tinha algum conhecimento sobre armas, resolveu procurá-lo para tirar dúvidas sobre um modelo específico de pistola. Lausi escreveu um texto em resposta e o publicou no blog, que acabou tendo um alto volume de acessos. “Atirei pela primeira vez com 15 anos e me apaixonei. Depois, pensei: ‘Por que deixar esse conhecimento só pra mim? Tenho que levar para fora também.’” Em 2019, com o sucesso do conteúdo, decidiu criar uma conta no Facebook só para tratar do assunto. Hoje a página conta com mais de 700 mil seguidores. No Instagram, são 100 mil inscritos e 2 milhões de impressões mensais. O influenciador agora captura a atenção de muitos jovens que, como ele, não tinham contato com armas. “Todo mundo era desarmamentista e eu quis fazer um contraponto. Acredito que é meu direito ter uma arma para minha defesa, se eu quiser. Mas também não obrigo ninguém a ter.”

Com tantos seguidores, Lausi acabou assumindo a posição de um ativista pró-armas, recebendo perguntas de armamentistas do Brasil inteiro. Tanto o Facebook quanto o Instagram proíbem o comércio de armas em suas diretrizes, mas liberam as páginas que debatem o tema e o tiro como hobby. Mesmo assim, Caio reclama que recentemente suas postagens passaram a sofrer uma diminuição do alcance. “Não sei te dizer, pode soar conspiratório, mas acredito que as plataformas estão censurando esses conteúdos.”

Matéria completa pode ser acessada pelo link: https://bit.ly/3yw9EyV

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